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Cobre: primeiro metal bactericida no mundo aprovado pela EPA
 
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A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos aprova o registro das ligas de cobre.

O cobre, o latão e o bronze destroem patógenos – inclusive a “superbactéria” MRSA (Staphylococcus aureus resistente a meticilina) - que é responsável por causar infecções em hospitais e comunidades.

São Paulo, 25 de março de 2008 – A agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos aprovou o registro de ligas de cobre antimicrobiano, afirmando que beneficiam a saúde pública. Essas afirmações reconhecem que o cobre, o latão e o bronze são capazes de destruir bactérias nocivas e potencialmente letais.  O cobre é o primeiro material de superfície sólida a receber esse tipo de registro da EPA, o que é respaldado por amplas provas de eficácia antimicrobiana.

O registro da EPA baseia-se em testes de laboratórios independentes que utilizam protocolos estabelecidos por essa instituição, que demonstram a capacidade desses metais destruírem bactérias específicas que causam doenças, inclusive o Staphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA).   MRSA é uma das cepas mais virulentas das bactérias resistentes a antibióticos e é causa comum das infecções adquiridas em hospitais e comunidades. 

Os testes realizados segundo os protocolos aprovados pela EPA demonstram que o cobre, o latão e o bronze são eficazes contra uma série de bactérias que causam doenças.  Por exemplo, um estudo indica que as “superbactérias” de MRSA mantêm-se vivas nas superfícies típicas de aço inoxidável (o controle obrigatório estipulado pela EPA), ao passo que, em uma superfície de liga de cobre, mais de 99,9% das superbactérias são destruídas dentro de duas horas em temperatura ambiente.

O registro inclui as seguintes declarações:

1) “Quando as superfícies de ligas de cobre antimicrobianas são limpas com regularidade, elas destroem mais de 99,9% das bactérias (específicas) dentro de um período de duas horas e continuam destruindo mais de 99% dessas bactérias mesmo depois de repetidas contaminações”.

2) “O uso de uma superfície de liga de cobre age como suplemento e não é substituto das práticas normais de controle de infecção. Os usuários têm de manter vigentes todas as práticas de controle de infecção existentes, inclusive as que se referem à limpeza e à desinfecção de superfícies ambientais. Demonstrou-se que o material de superfície de ligas de cobre reduz a contaminação microbiana, nas não necessariamente previne a contaminação cruzada”.

As estatísticas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), que foram amplamente anunciadas, estimam que as infecções contraídas em hospitais nos Estados Unidos afetam dois milhões de pessoas por ano, resultando em cerca de 100.000 óbitos anuais.  O uso de ligas de cobre para superfícies de contato, como suplemento para evitar a contaminação cruzada, terá implicações de longo alcance no uso desse metal.  Seus possíveis usos, que incluem materiais para mobiliário, portas, grades para camas hospitalares, aparelhos para uso intravenoso, dispensadores, torneiras, lavatórios, tanques e estações de trabalho, entre outros, ajudarão a reduzir a quantidade de bactérias que causam doenças nos quartos dos pacientes.   

Ao contrário de outros revestimentos e materiais de acabamento atualmente usados no mercado, a eficácia antibacteriana das ligas de cobre não se desgasta: elas podem oferecer proteção sólida e duradoura.  A indústria do cobre está mantendo contatos com os fabricantes de equipamentos hospitalares relevantes visando o desenvolvimento de produtos cofiáveis para esses fins.

 

 

 
 
 
 
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