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Com
vagões, corre-mãos e maçanetas
de cobre, o metrô subterrâneo do Chile
tentará evitar a propagação de
doenças infecciosas e a reprodução
de bactérias nas estações.
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As autoridades do Metrô comentaram
que a idéia é aumentar a aplicação
do cobre nos novos trens que sejam adquiridos, assim como
nas estações que sejam construídas
futuramente, lugares onde as pessoas estão em permanente
contato. O trem subterrâneo do Chile transporta 2,3
milhões de pessoas diariamente, e em só estação
circulam mais de 94 mil usuários.
Potencial em hospitais
O uso do metal vermelho em novas aplicações
se reativou depois do reconhecimento, em abril passado,
da qualidade antibacteriana do cobre por parte da EPA dos
Estados Unidos. A entidade usa métodos reconhecidos
pela Organização Mundial da Saúde.
O doutor Guillermo Figueroa, microbiólogo do Instituto
de Nutrição e Tecnologia de Alimentos (Inta)
da Universidade do Chile explica: “Vários experimentos
demonstram que bactérias como a salmonela e a compybacter
jejuni morrem quando entram em contato com o cobre. Isto
abre uma gama de possibilidades para utilização
do metal em hospitais e centros de atendimento médico
devido a que reduziria as doenças intra-hospitalares,
responsável pela morte de mais de 7.000 pessoas por
ano somente no Chile”.
O cobre poderia ser usado em macas, instrumentos cirúrgicos,
equipamentos de monitoramento médico, torneiras,
pias, superfícies de trabalho, sistemas de ar condicionado,
lençóis, toalhas e muitos outros objetos.
Fonte: www.latercera.cl